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Traders já sacaram R$ 2,4 bilhões em Bitcoin da exchange BitMEX após anúncio da CFTC

Traders já sacaram R$ 2,4 bilhões em Bitcoin da exchange BitMEX após anúncio da CFTC

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Traders que negociavam na exchange de criptomoedas BitMEX já retiraram quase R$ 2,4 bilhões em Bitcoin (BTC) da plataforma desde acusações anunciadas ontem, 1 de outubro, pela CFTC. 

A Comissão de Negociação de Contratos Futuros de Commodities dos EUA (CFTC) acusa os responsáveis pela exchange de operar uma plataforma de negociação não registrada e de violar os procedimentos de combate à lavagem de dinheiro. 

Os fundadores Arthur Hayes, Ben Delo e Samuel Reed estão entre os acusados, sendo que o último foi preso em Massachussets, EUA, na manhã de quinta-feira (01). 

De acordo com a CFTC, a BitMEX não implementou os procedimentos de “KYC” e anti-lavagem de dinheiro. Contudo, os procedimentos foram anunciados pela exchange em agosto desse ano. 

A empresa também teria recebido mais de US$ 11 bilhões em depósitos de bitcoin e feito mais de US$ 1 bilhão em taxas de operação da plataforma enquanto conduz porções significativas de seus negócios nos EUA e atende clientes no país sem registro. 

Usuários desesperados 

Aflitos com a situação e temendo ser afetados pela ação da CFTC, traders da BitMEX já sacaram quase 40,000 BTC da plataforma de negociação de derivativos de criptomoedas, no valor de R$ 2,4 bilhões. 

De acordo com o provedor de dados Glassnode, em apenas uma hora, cerca de 13% de todo o valor contido nos cofres da exchange foi retirado. 

Foram 23.200 BTC fora da plataforma na maior retirada de BTC em uma única hora já registrada na BitMEX até hoje. 

As carteiras da BitMEX contém um total de 170,000 BTC (R$ 10,2 bilhões), quase 1% de todo o suprimento em circulação da criptomoeda, segundo a provedora de dados. 

Sobre a situação com a CFTC, os advogados da BitMEX disseram ter contestado as acusações, argumentando que a empresa trabalhou de boa fé para seguir todas as leis aplicáveis e operar a exchange “com a mais alta integridade”. 

“Desde o início como uma start-up, a empresa procurou cumprir as leis aplicáveis dos Estados Unidos, uma vez que essas leis eram entendidas na época e com base nas orientações disponíveis”, declararam. 

Leia também: Plataforma blockchain do governo brasileiro vira referência de segurança nos EUA

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